A proposta das Oficinas

A Queda

Adão e Eva comeram da fruta proibida. Pecaram. E foram expulsos do paraíso. Isto foi há muito tempo atrás. Mas esta estória não se perdeu, faz parte da tradição religiosa da nossa cultura. Durante milênios, sexo foi associado a pecado. Até que enfim, no século XX, a psicologia e medicina, a revolução sexual e outros movimentos contestaram a visão religiosa do prazer e da sexualidade.

Apesar disso, não estamos livres da vergonha, culpa e medo. Para muitas pessoas sexo e prazer continuam sendo “suspeitos” – não ficam completamente livres para vivenciá-lo na sua plenitude. Mesmo quem não foi criado num ambiente repressivo, recebeu o impacto de uma sociedade onde sexo esteve separado do divino por muitos séculos.


O Retorno

Na Grécia antiga, Afrodite era a deusa do amor e do sexo. Na nossa cultura atual não temos mais deusas. Nem oferecemos o sexo para a divindade. Sexo, quando praticado sem culpa, tornou-se produto de consumo, diversão ou distração. Isto atende às necessidades da nossa alma? – Como podemos voltar a vivenciar amor e sexo, o masculino e o feminino, os instintos e o sagrado como partes de um todo?

O Retorno de Afrodite é um trabalho de crescimento pessoal, focado na integração da sexualidade. É realizado em forma de oficinas vivenciais de final de semana.

O Local das Oficinas

A Chácara Esmeralda (Aldeia-PE) oferece o ambiente adequado para a realização das oficinas. O contato com a natureza permite relaxar e entrar em vivências profundas de maneira tranqüila.

A Metodologia

As oficinas serão conduzidas dentro da metodologia do Sistema Biodança criado pelo antropólogo chileno, Rolando Toro Araneda (1924-2010).

Biodança significa “Dança da Vida” e tem como princípio central a sacralidade da vida e de tudo que gera a vida. A vida só é plena quando é vivida na sua totalidade. Assim, a Biodança, através da música, do movimento e de situações de grupo proporciona vivencias integradoras onde a vida, o sagrado e a sexualidade podem conviver novamente.

A Biodança é vivencial, progressiva e não-invasiva. Isto permite aos participantes, cada um no seu tempo, conectar-se consigo mesmo, com o outro e com o universo.